ontem escrevi uns versinhos e até pensei em transcrever para este espaço, mas cheguei cansadíssimo e me joguei na rede. depois fui tateando até o banheiro e, por fim, desabei na cama. tais versos são de uma origem desconhecida, daqueles pensamentos que no meio de uma aula tediosa pedem licença e entram. a única pretensão destes versos é passar. simplesmente....
sento na janela de minha consciência
e espero que alguém se supreenda
com a queda de uma pétala
com o céu cinzento
com o vento
que passa...
-passa tudo que você tem aí... rápido!
e vai passando...
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
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