e esta necessidade de escrever, que não sinto... o que faço com ela mesmo? tudo seria bem mais tranquilo se eu fosse mais tranquilo.
vida, me mate mas não morra... o que é mais difícil? somar ou subtrair? a saliva, a coceira, a janela aberta, o vento, a esperança existe? estive pensando sobre isto enquanto a bicileta me levava na descida de uma inclinação... ouvi a música de um candidato que dizia ser a "nova esperança". aprendi a desprezar esta palavra. ela se banalizou. se gastou também. coitada...
o que me interessa agora são as possibilidades. a esperança é uma palavra prisioneira. quem muito espera sempre alcança? prefiro o anseio. o que eu anseio?
hum... digamos que, por ora, terminar este texto. dá um fim a esta necessidade de escrever, que não sinto...
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
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